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Wing Surfe: O que fazer se as coisas saírem do controle?

Confira dicas preciosas do waterman Julien Bouyer sobre como agir se as coisas saírem de controle durante uma sessão de Wing Surfe
Julien Bouyer tomando um caldo de Wing Surfe
Se você precisar mergulhar com a asa, esteja preparado. A espuma das ondas adicionará mais pressão de arrasto ao braço que está segurando a asa. Foto: @baptiste_cloarec

O Wing Surfe chegou a cerca de um ano ao Brasil e aos poucos vem ganhando adeptos.

A proposta de oferecer uma vela de funcionamento simples, capaz de impulsionar uma prancha de Foil ou SUP, é sem dúvida um grande atrativo.

Leia mais: Você conhece o Wing Surfe?

No entanto, justamente por ser um esporte novo, muitos ainda não sabem ao certo o que fazer em uma situação de “vaca”, ou seja, como agir quando as coisas saem de controle.

Pensando nisso, aproveitamos um tutorial do waterman francês Julien Bouyer, com dicas importantes. Confira:

Wing surfe: Como agir se as coisas saírem de controle?

Primeiro, quando você perde o controle e cai na água, deve protegem sua cabeça com as mãos, principalmente se estiver usando um Foil.

E aqui cabe um parêntese: durante a fase de aprendizagem, o capacete deve ser item obrigatório.

Continuando, após a turbulência da queda, busque sua prancha, pois assim você terá controle sobre a quilha foil, evitando que ela lhe atinja ou atinja a vela.

Surfando de Wing Surfe

Julien Bouyer surfando de wing surfe
Tomados os devidos cuidados, o Wing Surfe é um esporte aluciante. Foto: @baptiste_cloarec

Em meio às ondas a situação é mais complicada, mas pode ser administrada sem maiores problemas, desde que você mantenha a calma.

Se puder, tente erguer a vela, como uma pipa de kite, para sobre às ondas.

Nesse caso, tente mergulhar com sua prancha para minimizar o impacto com as espumas.

Mas tenha em mente que a asa continuará lhe puxando com força para fora.

Nessa situação, você deve se movar na direção do canal, para fugir das séries de ondas o quanto antes.

Se não houver canal, saia o quanto antes da zona de impacto, indo para o raso ou para o fundo, após a arrebentação.

Foi o que Julian teve que fazer durante esta sessão abaixo (veja a foto), porque caminhar em direção à praia significava ir de encontro a uma bancada de pedras.

Julien-Bouyer tomando um caldo durante uma sessão de Wing Surfe
Se você for arrastado para a praia, fique atento à presença de pedras e também à profundidade para não arrastar sua quilha Foil. Foto: @baptiste_cloarec
O melhor conselho

O melhor conselho é mantenha a calma e espere o momento certo entre as séries para levantar novamente a asa ou siga para uma zona mais segura enquanto estiver remando em sua prancha.

A quilha foil é um elemento de risco e numa situação de “vaca”, você deve estar sempre atendo a ela.

Porém, a sensação de surfar as ondas através de um wing surfe é realmente incrível!

Como toda atividade que envolve riscos, vá devagar, use equipamentos de segurança e conheça seus limites.

Tomados os devidos cuidados, é um esporte alucinante!

* Texto adaptado de um tutorial de Julien Bouyer.

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Da Redação

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