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A remada do “Monstro do Lago Ness”

Remando de paddleboard, o catarinense Fernando Grillo inaugura a travessia de 43km pelo litoral de Santa Catarina, agora batizada de “Monstro do Lago Ness”
fernando grillo paddleboard
Fernando Grillo pronto para o desafio. Foto: Arquivo pessoal

43km de remada com meu paddleboard. Esse é o registro da travessia que chamo “Monstro do Lago Ness”.

Paddleboard
Mapa da travessia.

Esse nome é por conta de uma história verídica sobre um pescador local que foi picado por uma cobra enorme e acabou morrendo.

Essa quilometragem não é muito absurda se comparada às grandes remadas dos remadores profissionais.

Porém, era uma das “grandes” que sempre pensei fazer e agora executei.

A saída foi pela lagoa de Imaruí, no bairro Mirim, em Imbituba (SC). De lá, segui remando até a praia do Mar Grosso, em Laguna.

Em toda lagoa de Imaruí rola um downwind de vento nordeste simplesmente perfeito. São 30km remando a favor do vento.

Entrando na Lagoa de Santo Antônio, em Laguna, ele fica totalmente de lado, numa condição realmente muito ruim.

Sem leme, fica dificílimo manter a direção e, se não ir pela revessa, o vento te empurra lá pro meio da lagoa.

Lutando contra o vento

prancha de paddleboard
Prancha e acessórios usados na travessia. Foto: Arquivo pessoal

Depois de 30km eu não queria entrar em roubada indo lá pro meio. Com o vento nordeste por muitos dias, a maré seca muito, então nesse trajeto de aproximadamente 5km, vários trechos assoreados, raso, difícil de remar.

O cansaço querendo dominar a mente. Se abro, sou empurrado pro outro lado, se fecho muito, entro na parte assoreada.

A velocidade cai de um uma média de 7,5km/h para 5km/h. Nessa parte da remada optei por seguir alguns momentos caminhando, para recuperar a dor na cervical.

Quase desisto, insisto, chego ao centro histórico de Laguna. Uma água fria e verde entra e chego numa revessa.

“Meu braço é o remo”

Recupero um pouco a confiança, sigo até o Iate Clube da cidade pensando seriamente em desistir ali. Avanço mais um pouco e penso em desistir lá nos molhes.

mão de remador de paddleboard
Marcas de uma travessia pesada. Foto: Arquivo pessoal

Na boca da Barra, encontro mais um pescador que me pergunta: cadê o remo? Bato no braço e falo que meu braço é o remo!

Chego aos molhes, sugo meu quinto carbogel e tomo a reba da água morna que ainda está na garrafa. Então penso que não tem mais jeito. Só termina na praia!

Depois de quase sete horas chego ao Mar Grosso, com os dedos murchos e aquela sensação que não dá pra explicar.

Fico pensando no Molokai 2 Oahu, que chega a 53km de remada. Esses remadores são surreais!

Agradeço aos amigos do coração @lopesnainternet @capitao.guilherme @alexfoizer @fabiofregapani @patrick_in_water @allmadasupirados @rogerio.melo75 @mabubakir @felipebaronesobreira @r_peniche @alexandre_dede_sam por serem meus parceiros nesse esporte incrível que é o paddleboard, e a minha esposa por todo suporte e apoio.

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