Com 4º lugar na V6 Open, Brasil encerra Mundial de Va’a com resultado histórico

Na categoria Open, Remadores da He’e Nalu chegam entre as quatro melhores nações do va’a no dia de encerramento do Mundial de Va’a Longa Distância. Brasil termina em 6º no quadro geral de medalhas
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Nação emergente: Equipe brasileira de V6 Open chegou junto entre as grandes potências do va’a mundial

O Brasil mostrou na Austrália que vive uma evolução meteórica na canoagem polinésia. Após as medalhas de Paulo dos Reis e Guilherme Borrajo, o dia de encerramento do IVF World Distance Championships reservava as disputas na V1 Master+40 Feminino, V1 Master +50 e a aguardada V6 Open Masculino. E o Brasil mais uma vez chegou junto entre as grandes nações do va’a.

Na categoria V6 Open Masculino, a equipe formada essencialmente por remadores da He’e Nalu, Chinês Ribeiro Filho, Paulos dos Reis, Rafael Valentim De Andrade, Henrique Quintanilha, Maxwell Junior e Ricardo de Sanson, largou forte e se manteve entre as primeiras colocadas durante todos os 24 km de prova. Em determinado momento caiu para a quinta colocação, mas subiu de produção, alcançou a quarta colocação e por pouco não conquista o bronze. Ainda assim, a quarta colocação na V6 Open foi um resultado histórico e uma prova de que o Brasil é uma nação emergente entre as potências mundiais do va’a.

A prova disso são os tempos: Taiti, medalha de ouro, cruzou a linha de chagada em 1:44:31.2; Havaí, prata, fez em 1:47:44.0; Nova Zelândia, bronze, 1:48:35.8 e o Brasil, quarto colocado, 1:49:41.7. Ao todo, 15 equipes participaram da Open V6 representando suas respectivas nações. Temos, de fato, que comemorar esse resultado.

Referência: Taiti mostrou sua força em todas as categorias. Foto: Reprodução

Na V1 Master+40 Feminino nossa representante Monica Pasco estava muito bem na prova, entre as cinco primeiras, porém, acabou virando a sua canoa nos quilômetros finais e teve que brigar muito para melhorar seu tempo antes do fim da prova de 16 km. Ao final, Monica cruzou a linha de chegada na sétima colocação com o tempo de 1:46:13.6. Marguerite Temaiana, do Taiti, ficou com a medalha de ouro, com o tempo de 1:36:25.2; laura Birsea, a da Alemanha, ficou com a prata (1:36:42.4) e Ninky Kingi, da Nova Zelândia, com o bronze (1:38:54.6).

Monica Pasco. Foto: CBVAA

Na V1 Master+50 fomos representados por Jorge Freitas, que concluiu a prova em 1:54:11.3. A medalha de ouro ficou com o taitiano Heitara Jerusalemy (1:39:22.7); a prata com Peter Dorries, da Austrália (1:40:52.2) e o bronze com Romain Ludet (1:43:08.0).

Quadro final de medalhas do Mundial de Va’a Longa Distância

Encerrado o Mundial de Va’a Longa Distância, o Brasil ficou com a honrosa sexta colocação no quadro de medalhas entre as nações:

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Este é sem dúvidas um resultado histórico e um reflexo do bom trabalho que vem sendo feito pela CBVAA e, principalmente, mais uma mostra da garra e talento de nossos remadores, que não mediram esforços para literalmente travessarem o mundo para representar nosso país na Austrália. Imua!

Recap do último dia do Mundial de Va’a Longa Distância

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Da Redação

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