Volta à Ilha de Santo Amaro de Canoa Havaiana comemora recorde

Prestes a realizar sua 16ª edição, Volta à Ilha de Santo Amaro de Canoa Havaiana, uma das mais tradicionais provas de va’a do Brasil, anuncia a presença de 38 canoas no mar. Desafio acontece no próximo dia 30
Campeã em 2018, a equipe Samu estabeleceu o novo recorde da prova com o tempo de 5h41s12. Foto: Ivan Sorti

Uma das provas mais emocionantes, disputadas e estratégicas da modalidade no Brasil, a Volta à Ilha de Santo Amaro de Canoa Havaiana completa 16 anos com novo recorde de equipes inscritas. O evento está confirmado para o próximo dia 30, com largada e chegada em Santos, reunindo agora 38 canoas, cinco a mais do que em 2018, garantindo a maior largada já feita nesse tipo de esporte.

A expectativa é que cerca de 700 pessoas estejam envolvidas e participando diretamente, no mar, da competição, entre atletas, apoios e organização, bem como Corpo de Bombeiros e Capitania dos Portos. Só de competidores serão 342. As equipes estarão divididas nas categorias masculina, com maior participação, totalizando 15 canoas, feminina, mista, geral 40+ e geral 50+. Estarão presentes atletas de seis estados, da Bahia ao Rio Grande do Sul, além de um time do Chile, vindos de Maitencilillo, no Oceano Pacífico.

A prova, com patrocínio da DP World, através do Promifae/Semes, e Caiaques Opium, tem um percurso total de 75 km de remadas, passando por toda a costa da Ilha de Santo Amaro, onde está Guarujá, com a largada e chegada na Praia da Aparecida, em Santos. Os atletas remam em trechos de mar, com chances de ondulação, dificultando ainda mais o desafio, depois em rio, no Canal de Bertioga, e no Porto de Santos, o que exige grande preparo físico e estratégia de navegação.

Cada equipe é composta por nove atletas, sendo seis remando e três no revezamento, com as trocas feitas com a embarcação em movimento, trazendo ainda mais emoção à disputa. Por segurança, a canoa é acompanhada o percurso todo por um barco de apoio, onde estão os staffs, alimentação e os atletas que estão revezando.

Fiz os cálculos e somando os nove atletas de cada equipe, apoios, staffs em cada barco, mais os 10 barcos com staffs e juízes, marinheiro, ajudante. Imprensa, corpo de bombeiros, capitania. São 700 pessoas no mar, durante toda a prova. É muita coisa!”, vibra o organizador do evento e um dos maiores entusiastas do esporte, Fábio Paiva. “A primeira fase já foi vencida, que é a organização da equipe, a preparação e a estrutura para enfrentar essa prova. Essa edição vai marcar a história no Brasil, será a maior largada de canoas havaianas”, destaca.

Todos os detalhes da prova, sobretudo a segurança de todos, serão esclarecidos no briefing oficial, na véspera do evento, na sexta-feira (29), no Sheraton Santos Hotel, no bairro da Aparecida, bem próximo à área de largada e em frente ao Praiamar Shopping. “Estamos mudando algumas estratégias preventivas pela quantidade de gente no mar. O importante é a segurança de todos”, comenta Paiva.

No ano passado, a vitória geral ficou com a equipe Samu Team Brazil, estabelecendo o novo recorde do percurso, com 5h41s12, para baixar dez minutos a marca de 2017 e com mais de 15 minutos de vantagem sobre a vice-campeã, a Base Alpha, com 5h56min52s. A hexampeã TriboQPira foi a terceira com 5h59min46s. A primeira equipe mista foi a CPT (13ª geral), com 6h52min47s, enquanto que a campeã feminina foi a Mosaico, formada por atletas brasileiras, argentinas, chilenas e norte-americanas (19ª no total), com 7h17min29s.

 

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